Desespero é não saber onde estão as pessoas,
para onde foi a multidão.
Dependo de gentes,
preciso estar entre elas para não me sentir gritante.
Viva o silêncio do campo,
viva os retiros edificantes.
viva a solidão necessária.
Só não quero ser menos um na multidão.
Não me abandonem,
contem-me onde estarão,
para onde irão,
o que estaremos urdindo.
Longe do todo, sou uma parte canhestra.
Em meio a todos, parto em paz.